5 razões para assistir I'll Sleep When I'm Dead agora



Quem me acompanha aqui no blog já sabe: eu sou apaixonada pelo Steve Aoki! Já assisti a duas apresentações dele aqui no Brasil, acompanho tudo o que posso sobre sua carreira e tô sempre ligada em suas redes sociais. Então, obviamente, quando fiquei sabendo do documentário sobre sua vida e carreira, tive um surto! Passei os últimos dias contando cada segundinho pra assistir o doc - que, a propósito, foi produzido pela equipe maravilhosa da Netflix.


Essa obra estreou hoje e claro que me rendeu um post. Mesmo sendo extremamente difícil, eu tô tentando deixar um pouco do meu fanatismo de lado pra focar do documentário, que é realmente maravilhoso. Então, pega a pipoca, que eu vou citar as razões pelas quais você precisa reservar 1h19 do seu tempo pra assistir ao doc. Vem comigo que vai valer à pena.

1. O documentário é uma breve e bonita leitura da história de vida do Steve, e da relação dele com o pai


Rocky Aoki, o pai do Steve, foi o fundador de uma das principais redes de comida japonesa e Cozinha Teppanyaki, a Benihana (inclusive, há uma unidade aqui no Brasil, lá no Jardim Europa). Empresário e com um primeiro casamento não tão bem sucedido, sempre manteve uma relação complicada com os filhos, e acabou se transformando em um pai não muito presente. A produção do doc soube fazer uma leitura linda dessa história, da relação do Steve com o pai e como isso impactou em sua vida. É de emocionar até mesmo quem não é fã!

2. É incrível de ver como ele lutou e trabalhou pra chegar onde ele está


Muita gente que vê o cara lá no palco, tacando bolo e champagne na galera, nem imagina os perrengues pelos quais ele teve que passar até chegar no auge. Com uma montagem impecável, a série conseguiu reconstruir cada pedacinho da carreira do Steve, mostrar o início da Dim Mak (a gravadora dele), os problemas que ele enfrentou e também as primeiras conquistas.

3. Tá cheio de artista bacana!


O documentário conta com várias participações incríveis e uma série de depoimentos: Diplo, Afrojack, Travis Barker (Blink 182), Will.i.am, são só alguns dos nomes.

4. A gente fica besta com o quanto esse cara trabalha!


O cara é uma máquina de fazer shows e quase não pára em casa. Só para setembro deste ano já são 13 shows marcados! No documentário, enquanto a gente assiste, rola até uma aflição só de pensar na quantidade de vôos, viagens e horas de sono não dormidas - agora ceis entendem o nome desse doc?

5. Trilha sonora e cenas incríveis


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E claro, em um doc sobre Steve Aoki não podia faltar muita música, bolo e vários registros de sua rotina maluca. Se você sempre quis saber o que rola nos bastidores e como ele se prepara antes dos shows, vale muito à pena. Quem é fã não pode deixar de assistir!

Como mencionei lá em cima, o documentário já tá prontinho e disponível lá na Netflix. Eu amei e vou assistir de novo (hahaha) e vocês? Quem aqui ficou pelo menos curioso?

Pintei de novo - e 6 perfis que me inspiram a ter cabelo colorido


Não resisti e pintei o cabelo de novo! Dessa vez, eu quis seguir uma tendência mais sereística e apostar em um degradê verdinho. Tô apaixonada pelo resultado, e confiante de que, dessa vez, o tonalizante irá durar um pouquinho mais, já que pintei só uma parte do comprimento e das pontas. 

Esse visual não é fruto só da minha paixão por cabelo colorido, como também foi inspirado em muitas moças que mandam bem nessa coisa de ter cabelo fantasia. Por isso, resolvi compartilhar aqui no blog os perfis que me fizeram desejar ser colorida também. Então veeeenha e comece a seguir as moças também! \o/

Giulia Henne
@giuhenne
Mariana Gimenez
@marigmnz
Maristela
@maristelice
Magá Moura
@magavilhas
Hailie
@hailiebarber
Alexis
@alexisjadekaiser
Gostaram das inspirações? Já seguiam algum desses perfis? Não deixem de seguir minhas aventuras capilares lá no insta. Aceito sugestões de próxima cor, hein!

Piercing no septo: minha experiência e mais algumas coisas que você precisa saber

Fiz um piercing no septo! E é engraçado contar isso pra vocês porque, até pouco tempo atrás, eu nem me imaginava com esse tipo de joia. Só que acontece que, de uns tempos pra cá, comecei a curtir bastante - especialmente as joias mais delicadas e menores.  Então, comecei uma busca na internet, Instagram e Pinterest, atrás de opções bonitinhas que combinariam com o meu tipo de rosto - e com o meu nariz, que é minúsculo.

Quanta joia bonitinha! 
Entre tantas opções legais, acabei optando por um modelo discretinho, mais semelhante à foto preta e cinza, só que um pouco menor. Achei que ficou legal assim, já que tenho um outro piercing na aba nasal. No final das contas, ficou delicadinho e quase imperceptível. Preciso estar bem pertinho da outra pessoa, ou então erguer um pouquinho o rosto para que notem, hahaha!


É claro que eu fiz um vídeo pra falar um pouquinho: contar sobre a dor, como tá sendo o processo de cicatrização e tudo mais. Então, é só dar o play e assistir. E ah, dar o seu like e apoio depois pra me ajudar.