Trocando cosméticos por produtos cruelty free


Antes de começar esse post, eu quero fazer uma confissão a vocês: hoje, boa parte dos cosméticos que eu tenho são de marcas que realizam testes em animais - já até falei sobre alguns aqui no blog. E, antes que vocês possam achar isso um tanto quanto hipócrita da minha parte (não culpo vocês, porque pode parecer mesmo), preciso me defender: na maioria das vezes, por força do hábito, acabei não me atentando para esse ponto. Sabe aquela história de crescer com sua mãe comprando maquiagens por catálogo? De nunca prestar atenção em embalagens e não desenvolver um olhar mais crítico sobre o seu próprio consumo? Pois é.

Errei? Errei, e talvez ser uma pessoa desatenta e não ter feito por maldade, não justifique o meu erro. Mas sou dessas que acredita que nunca é tarde pra gente aprender, certo? E que pequenas decisões, ainda que tomadas de forma tardia, podem sim fazer grande diferença e mudar as engrenagens do mundo.

Então esse post é sobre mais uma mudança de hábito minha: primeiro eu falei da minha rotina mais saudável, depois falei da nova mania de beber mais água, comentei sobre como estou mudando o jeito de cuidar do meu cabelo e agora sobre como vou substituir, aos poucos, as marcas que sempre fizeram parte da minha vida por empresas mais responsáveis nesse quesito e contra os testes em animais. Digo devagar porque tudo fará parte de um processo. Demorado, talvez, mas consciente e responsável.

Primeiro passo: substituição
Como falei lá em cima, eu tenho muitos produtos de marcas que realizam testes em animais - coisa que não me deixa orgulhosa, claro, nem um pouquinho. Mas, mesmo que muita gente não concorde, não vou enlouquecer e jogar tudo fora - até porque, vamos combinar? Isso seria como jogar todo o dinheirinho que investi no lixo.

Minha ideia, então, é substituir o produtos que forem acabando por cosméticos novos, mantendo-me atenta aos selinhos que comprovem que sim, está tudo ok com aquela marca - coisa que eu já venho fazendo.


Não, não é uma tarefa fácil, principalmente quando já estamos habituadas a determinado produto que nos acompanha há anos - como no meu caso. Mas, com o tempo, a gente se acostuma. E ainda corre o risco de conhecer muitas empresas legais!

Segundo passo: informação
Estar atualizada sobre o assunto também é importante. Por isso, na dúvida, outra coisa legal é sempre consultar as listas (nacional e internacional) do PEA e PETA. Aliás, quero ressaltar que segundo a própria instituição, só entra na lista as marcas que enviam um documento legal declarando a não-realização de testes de produtos em animais. Ou seja, dá pra consultar e confiar sem medo!



Esse processo, ainda que demorado, com certeza já tá fazendo eu me sentir melhor e de bem com a minha beleza. Espero que um dia, não hajam mais listas e nem selos, e que essa postura seja uma prática comum entre todas as marcas que a gente conhece.

Mas, enquanto não acontece, eu decidi abraçar a causa e fazer minha parte. E quanto você, o que pensa sobre o assunto? Tem alguma marca cruelty free que você gosta bastante? Me conte aí nos comentários!


TAG: complete a frase


Siiiim, eu falhei no projeto BEDA, gente. #mimimi A vida tá bem corrida por aqui e eu fui praticamente engolida por uma série de projetos e trabalhos. Mas, como não dá pra viver sem vocês e o bloguinho, decidi voltar e aproveitar essa última semaninha de agosto pra postar muitas coisas legais. Pra hoje, escolhi uma tag bonitinha que a fofa da Patty, do AML, me indicou. As regras são basiquinhas e todo mundo pode responder!

1. Complete todas as frases;
2. Indique 10 blogs (mas vamos combinar que ninguém é obrigada - achei demais isso que a Patty escreveu, hahaha!);
3. Marque quem te indicou no post;
4. Comente com o link da sua resposta no post de quem te indicou

Sou muito respondona
Não suporto falsidade
Eu nunca assisti a um jogo do meu time - no estádio
Eu já briguei por uma batata recheada (gordinha feelings, HAHAHAHA)
Quando criança eu morria de medo da chamada do "plantão" da Globo e de quando a transmissão da TV era interrompida durante a madrugada
Nesse exato momento tô me controlando pra não assistir The Strain
Eu morro de medo da morte
Eu sempre gostei de Coca Cola.
Se eu pudesse ficaria muito ryca agora
Fico feliz quando meus planos dão certo
Se pudesse voltar no tempo seria criança de novo
Adoro coisas fofas (tipo, adoro mesmo!)
Quero muito viajar para Nova Iorque
Eu preciso de dinheiro
Não gosto de ver futebol na TV

Eu não quero indicar ninguém porque aposto que a maioria já respondeu essa tag. Então, se você ficou com vontade e ainda não fez, sinta-se à vontade! E não deixe de deixar o link aqui nos comentários pra eu ler depois. :)


2 técnicas que eu quero (e vou) adotar em meus cabelos

Quem me conhece, sabe: vira e mexe, eu pinto meus cabelos de uma cor diferente. Mesmo assim, o ruivo alaranjado é o meu tom favorito: por mais que eu mude a cor dos meus fios, sempre acabo voltando pra ele.

E o grande problema de curtir essa cor é que ela é meio ingrata: com a saúde dos fios e também com o bolso ($$). Pelo menos no meu caso, mesmo com os fios saudáveis, o laranja bonitinho não dura mais do que duas semanas. E o resultado disso é uma Mari tristinha, mais pobre e com fios cada vez mais ressecados devido ao excesso de colorações. :(



Tenho pesquisado muito e procurado feito louca produtos e técnicas pra fazer a tinta durar mais tempo. Foi assim que descobri aquele tonalizante mara do Celso Kamura, pra usar entre as colorações. Mesmo assim, não foi suficiente. Eu precisava de algo permanente e que não agredisse tanto. Foi depois de tanto bisbilhotar que descobri duas coisas que pretendo adotar - talvez a partir do próximo mês - pra virar ruiva permanente e recuperar os danos de todos esses meses de muita química.

Low Poo
Meu primeiro contato com a técnica foi por meio de um post da Aninha, do Madly Luv. Mas afinal, o que é isso? Bem, é um jeito de lavar os cabelos com shampoos e máscaras levinhas que não levam sulfatos nem petrolatos em suas fórmulas.

Eu decidi tentar por dois motivos: o primeiro é que tenho notado que, por mais que eu trate, hidrate, nutra ou reconstrua, depois de dois ou três dias, principalmente a parte de baixo do cabelo, próxima a nuca, fica uma verdadeira palha: porosa, ressecada e sem vida.

Já li alguns relatos de gente que passava pelo mesmo problema e que teve a vida transformada depois que aboliu alguns produtos da rotina. Fiquei animada e decidi que não custa fazer uma tentativa. Vou usar todos os cosméticos que tenho e introduzir os produtinhos mais leves aos poucos. E, óbvio, registrar tudo pra contar pra vocês.



Henna
Nessa pegada por um cabelo mais saudável, eu achei que não fazia muito sentido mandar meus shampoos lotados de detergente embora e mesmo assim, continuar insistindo em tintas e água oxigenada. Seria meio... incoerente da minha parte? Pois bem.

Encontrei a henna por acaso e aí a curiosidade falou mais alto. Pra quem não conhece, trata-se de uma plantinha que é toda tratada e moída, cujo pigmento vermelho tem a capacidade de tingir os fios. 

A técnica é trabalhosa? É. Mas parece valer à pena? Sim! Porque pelo que li, ela não desbota como as colorações comuns. E ainda, por ser natural, trata a cabeleira ao invés de judiar. Então, porque não dar uma chance pra essa lindeza também? Já encomendei a minha e assim que tiver segura, vou testar no cabelinho.

E é isso. Pra quem tem vontade, eu sugiro pesquisar bastante antes de tomar uma decisão.
E vocês, o que fazem pra deixar o cabelo sempre bonito?